quinta-feira, 17 de abril de 2008

Carta de um Suicida

Que erros bobos esses, que me fazem ajoelhar diante das muitas vezes que não tive coragem de olhar, Falhas minhas, coragem inexistente que movem este corpo pútrido para um anoitecer no poente, Queria ter coragem de terminar os problemas dos outros num simples gesto de contagem livrando-os de meus negros ouros Desculpem por não saber lidar com problemas sociais; mas como todos os pais ja tem o que beber, Meu sangue eu ofereço como uma desculpa pouca que muitas vezes é oca e com ela eu pereço, Ultimos versos de um apaixonado desiludido que traiu sua honra aos meros erros de um humano arrependido. Igor Dudeque Luiz da Costa

terça-feira, 15 de abril de 2008

Diálogos Pensados

Estou eu aqui de novo, sozinho na noite fria, com um pensamento não tão novo, este motivo pelo qual a menina ria; Pergunto-me o que tenho, Respondo-me o que não tenho, Este sentimento estranho que por ela eu me engano; Queria poder dizer, para mim ou para ela que para ao menos eu crer, o armor que tenho nela Nos sonhos da escuridão na claridade do dia sua imagem quem diria não sai do meu coração Termino este diálogo sozinho nesta noite fria perdido no meio do lago tentando entender o por que da menina ria. Igor Dudeque Luiz da Costa