quinta-feira, 16 de outubro de 2008

SENTIMENTO NUBLADO

Só, num mundo formigueiro
transformado em negro o céu de brigadeiro;
Acinzentando o arco-íris do amor
Que se tinha pela mais linda flor;

O paraíso que se tinha em seus braços
foi queimado pelo fogo nos laços;
O adeus mudo de minha boca
acompanhou minha poesia mais rouca.

Não sei se fico feliz,
Muito menos, se fico triste
Mas minhas ações condiz,
o amor por você que existe.

De felicidade, hoje, meu amor fica isento
Esperando ela que se foi por um tempo,
tempo este determinado;

Esta paixao que bebo tanto
tanto amor que fico afogado
que por um tempo me deixará amargurado;

Igor Dudeque Luiz da Costa

sábado, 27 de setembro de 2008

Saudade

Saudades me corroem
o que os amores constroem
com esta paixão ardente
pelos olhares do oriente

Na noite deixo de dormir
De dia, deixo de viver
Faço de tudo para esquecer
o dia do seu partir

Seu olho fechado não vê
O que o seu coração crê
Sabe que seu cavaleiro esta desarmado
munido apenas de sentimendo amado

Sem você hoje não é viver
Cavaleiro segue sem rumo
com sede pelo seu mel, beber
seguindo escutando seu coração mudo


Igor Dudeque Luiz da Costa

quarta-feira, 7 de maio de 2008

vc nao teve pena...

Ela sorriu, que belos lábios, beijados pelo sol nascente, cativou-me em seus raios nesta fria manhã quente; Ela me olhou, que olhos negros, abraçados pela terra oriente, fiquei cego, surdo, mudo, crente... , que este momento duraria eternamente; Ela vai, ela volta, mas por onde andas esta japa das mil notas e que faz a bailarina dar voltas? Queria poder falar, Queria poder escutar, Mas para que esses verbos existem? Se longe está, a pessoa à amar, Seu desejo foi uma ordem! deixando meus sentimentos em desordem; esse cimento meu coração reconstroem e meus dias novamente colorem. Igor Dudeque Luiz da Costa

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Carta de um Suicida

Que erros bobos esses, que me fazem ajoelhar diante das muitas vezes que não tive coragem de olhar, Falhas minhas, coragem inexistente que movem este corpo pútrido para um anoitecer no poente, Queria ter coragem de terminar os problemas dos outros num simples gesto de contagem livrando-os de meus negros ouros Desculpem por não saber lidar com problemas sociais; mas como todos os pais ja tem o que beber, Meu sangue eu ofereço como uma desculpa pouca que muitas vezes é oca e com ela eu pereço, Ultimos versos de um apaixonado desiludido que traiu sua honra aos meros erros de um humano arrependido. Igor Dudeque Luiz da Costa

terça-feira, 15 de abril de 2008

Diálogos Pensados

Estou eu aqui de novo, sozinho na noite fria, com um pensamento não tão novo, este motivo pelo qual a menina ria; Pergunto-me o que tenho, Respondo-me o que não tenho, Este sentimento estranho que por ela eu me engano; Queria poder dizer, para mim ou para ela que para ao menos eu crer, o armor que tenho nela Nos sonhos da escuridão na claridade do dia sua imagem quem diria não sai do meu coração Termino este diálogo sozinho nesta noite fria perdido no meio do lago tentando entender o por que da menina ria. Igor Dudeque Luiz da Costa

sexta-feira, 14 de março de 2008

SEM FIM

Sentimento estranho esse
que quando penso em ti
amor,calafrios e suadouros
comuns ao sol ou luar

Me corroem, me queimam
sem destruir, sem arder
me deichando inteiro
para que amanha eu sofra
uma ultima vez

Angústia por não te-la em meus braços
descontrola pensamentos e ilusões
não congele sentimentos meus vassalos
que por ti, meu amor, tenho paixões

Fico assim sem palavras
quando contigo estou só
já fico com saudades
por achar que este nosso momento
pode ser um só

Então nas palavras me expresso
para que um dia talvez perceba
que meu amor não é eterno
mas fasso de tudo para deixa-lo queimando


Igor Dudeque Luiz da Costa